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Os primeiros 100 dias de governo de Léosmir


Em Três Meses de Governo, Leosmir Coleciona Escândalos: Morte de Bebê, Falta de Água, Aumento da Tarifa e Gastos com Festas

Nos primeiros três meses de governo de Leosmir Gama, Pilão Arcado tem sido palco de escândalos que expõem a falta de gestão e a crise política e administrativa instalada no município. Entre os diversos problemas, destacam-se a morte de um bebê no hospital municipal, a crise no abastecimento de água, o aumento da tarifa de água e os gastos milionários com festas, que geram questionamentos sobre a destinação dos recursos públicos.

Uma das situações mais trágicas foi a morte de um bebê, que veio à tona após falhas no atendimento no hospital municipal. A mãe chegou ao hospital com dores e sinais de emergência, mas devido à falta de um médico qualificado para atendê-la, o bebê não resistiu. Esse caso gerou grande indignação e revolta na população, que cobra explicações sobre a falta de estrutura na saúde pública municipal.

Além disso, a crise no abastecimento de água persiste em Pilão Arcado, afetando a vida dos moradores. O governo, em vez de investir em soluções para garantir água potável de qualidade, ainda tenta aumentar a tarifa, o que agrava ainda mais a situação. Em menos de três meses de gestão, Leosmir também tem se envolvido em um escândalo financeiro, com o gasto de mais de R$ 400 mil em festas e eventos, enquanto a população sofre com os serviços públicos essenciais em colapso. 

Esse gasto exorbitante com festas foi alvo de denúncia, e um pedido de CPI foi protocolado por um cidadão na Câmara Municipal para investigar o destino desses recursos públicos. Porém, o presidente da câmara ainda não colocou o pedido em pauta, e os vereadores da oposição aguardam uma manifestação para a instauração da CPI. A ligação do vice-prefeito, Hagamenon Mangueira, com a empresa responsável pelos eventos, a DL Eventos, também foi levantada e está sendo investigada.

Esses episódios mostram a verdadeira crise de gestão e falta de compromisso do governo com as necessidades básicas da população. Em vez de priorizar saúde, segurança e infraestrutura, a gestão de Leosmir Gama parece mais preocupada em gastar dinheiro com eventos e festas, enquanto questões essenciais, como a água e a saúde, seguem sem solução. O caos administrativo e político é claro e urgente, e a população exige respostas e ações imediatas para reverter essa situação.

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